"Algumas pessoas sonham em ter uma piscina,
eu sonho com ROUPAS."

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Sobre apelidos íntimos

Li esse texto no site do G1 e, como achei interessante resolvi publicar, espero que gostem.


A cena é corriqueira: numa mesa de bar algumas pessoas engatam acalorada discussão sobre um daqueles temas que nunca deveriam ter sido introduzidos na conversa. Em meio ao fogo cruzado de opiniões ninguém se ouve nem se entende até que, de repente, uma frase proferida por um dos presentes consegue calar por instantes todos os demais.



Não, não se trata da repugnante manifestação de determinado ponto de vista, tampouco de um argumento capaz de elucidar a questão. O que deixou os até então engajados palpiteiros sem palavras foi o constrangimento causado por uma inesperada demonstração de afeto entre um dos casais, algo como “me passa o guardanapo, tchugui-tchugui?”.


“Nenê”, “Tetéia”, “Fofonildo”, “Favinho de Mel”, “Piquirucho”, “Amoreco”, ou mesmo uma dessas expressões que de tão particulares se tornam incompreensíveis, são a comprovação de que não há forma mais eficiente de se aniquilar uma boa reputação do que tornar público um apelidinho íntimo, ainda mais quando isso se dá involuntariamente.


Uma vez revelados perante amigos ou familiares os apelidos dificilmente são esquecidos e, quanto mais se foge deles, maior é a chance de se sobreporem ao seu verdadeiro nome de batismo. Na casa dos meus pais trabalhava uma moça cujo marido tinha um desses apelidos. O curioso é que nunca soubemos como o rapaz se chamava realmente, até porque quando ligava para falar com a esposa se apresentava como “Benzinho”.


Os apelidos íntimos são bastante populares porque cumprem importante função num relacionamento. Além de atestar cumplicidade e comprometimento - ­o que pode ser bastante conveniente no início de um namoro - essa forma diferenciada de tratamento é um excelente ponto de partida para aqueles momentos onde as circunstâncias impõem a necessidade de se contemporizar: “Favinho de Mel, sabe aquela pilastra que tem na garagem aqui do prédio…” ou “Se eu sei quando é nosso aniversário de casamento? Ah, Fofonilda, que pergunta…” são exemplos de como um apelido íntimo bem aplicado pode vir bem a calhar.


Certa vez uma namorada minha decidiu impor um apelidinho desses, à revelia. Acho que foi logo depois daquela fase de escolher a música tema do casal, talvez para ela uma evolução natural de nosso crescente envolvimento, penso eu. Como poderia aceitar um apelido íntimo escolhido assim, racionalmente? Também não se referia a nada que tínhamos vivido, nem mesmo fazia menção a uma piada interna do casal. Entendam que um sujeito não pode aceitar passar a ser chamado de “Chuchu” sem uma razão no mínimo convincente.


No mais, como poderia nutrir qualquer tipo de identificação por um legume sem graça, feio e que ainda por cima nem é uma hortaliça rica em vitaminas? Não adiantava argumentar, o “Chuchu” acabou pegando, mesmo a contra-gosto, aliás como é comum a maioria dos apelidos. Felizmente o meu “Chuchu” não virou “pepino” nem “abacaxi” porque se manteve a salvo dos conhecidos. Antes de rirem do meu passado, sugiro que refresquem suas memórias afetivas. E que atire a primeira pedra quem nunca passou por algo parecido.



Bruno Medina
Fonte: http://colunas.g1.com.br/instanteposterior

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Sobre a Gripe Suína

Um atchim pode não representar mais uma simples gripe. O mundo inteiro está em alerta contra um vírus causador da gripe A (H1N1), conhecida popularmente como gripe suína. A doença começou a se espalhar no México e, em poucos dias, atingia Estados Unidos entre outros países. De acordo com dados do Ministério da Saúde, neste fim de junho, mais de 100 países registraram casos da doença, que já infectou cerca de 70 mil pessoas. Os mortos passam de 300.

O caminhoneiro Vanderlei Vial, 29, morto no domingo, 28 de junho em decorrência de uma infecção pelo vírus causador da gripe suína, em Passo Fundo (RS), era sadio. A conclusão é da direção do Hospital São Vicente de Paulo, onde ele estava internado desde o dia 22.

A gripe suína é uma doença respiratória transmitida através do vírus influenza A (H1N1), um novo subtipo do vírus influenza, transmissor da gripe.
Por ser uma novidade para o sistema imunológico do homem, esse vírus híbrido se tornou mais resistente que o comum, ocasionando um tipo de gripe bastante agressivo, diferente da que estamos habituados. E, o pior: ele tem a capacidade de se propagar rapidamente.
Os sintomas da gripe suína normalmente são parecidos com os da gripe comum. Veja bem: 'parecidos'. A diferença é que são bem mais agudos. Os principais sintomas são febre acima de 37,5ºC e tosse ou dor de garganta acompanhadas ou não de dores de cabeça, musculares, nas articulações e dificuldade respiratória, em um período de até dez dias após saírem de país afetado pela influenza A (H1N1).

Fonte: msn.bolsademulher.com
Bjussssssss*** & Saúde...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Sobre o “Rei do Pop”

Hoje foi um daqueles dias que ao ligar qualquer meio de comunicação existente só se ouvia, lia e via sobre a morte do rei do pop Michael Jackson.

A comunidade da rádio Jovem Pan no Orkut o definiu como: “E morre aquele que fez o POP, que era o POP. Ele será uma lenda para a humanidade. Ninguém nunca o esquecerá.”


Michael Jackson é sinônimo de sucesso, criatividade, inspiração e entretenimento. Dotado de um talento inestimável, ele arregimenta uma legião de fãs desde os seus cinco anos de idade. Visto por muitos como "controverso" e "enigmático", é incontestável seu valor para a indústria da música e do videoclipe.

Thriller o álbum mais vendido da história é a que mais gosto aquela dancinha do zumbi é sensacional e foi seu maior êxito dividiu as águas do mundo da música e, hoje, é certificado pelo Guiness Book, como o mais vendido da história. No filme “De repente 30” na hora que a personagem Jenna Rink (Jennifer Garner) está na boate começa a dança e aqueles que viveram os anos 80 e verem a cena em que dançam a música Thriller da época de ouro de Michael Jackson, vai morrer de rir!


“Foi o maior artista do mundo, o mais completo e talentoso. Ele me impressionava em tudo que fazia. Tenho muita coisa sobre ele e aprendi com ele. Li uma biografia dele que me ajudou a entender o fenômeno que foi. Os clipes dele me impressionavam e às vezes, me assustavam. Ele marcou tanto minha carreira que em 2006 resolvi homenageá-lo em minha apresentação no Criança Esperança, interpretando um de seus clássicos, a canção Thriller. A performance se inspirou no clipe da música, que conta com dançarinos "mortos-vivos" e clima de filme de terror”. (Claudia Leitte)

Link do vídeo de Claudia Leitte no Criança Esperança:
http://www.youtube.com/watch?v=JryMBwO7NvI

We are the World (Nós Somos o Mundo)
Bjussssssssss***

terça-feira, 23 de junho de 2009

Sobre "Marley e Eu"

Vi o filme "Marley e eu" nesse finds e só posso dizer esse filme é perfeito e eu recomendo não gosto muito de filmes de cachorro mas esse é especial pq além de eu adora Jennifer Aniston (desde Friends) ainda não se compara a filmes clássicos como Lassie e Beethoven pois, eliminana idéia daqueles animais falantes e engraçadinhos que protagonizam comédias prontas, Lassie e Beethoven mantiveram a idéia de mostrar animais como estrelas de um filme com sua esperteza, inteligência e fidelidade. Outros bichos também sempre foram usados para conquistar o carisma do público, de baleias a macacos. O que importa é que agora é um novo cachorro que revitaliza esse formato peculiar de elenco: Marley.

O labrador Marley cai na vida de John Grogan (Owen Wilson) e sua esposa Jenny Grogan (Jennifer Aniston) como uma válvula de escape para que eles possam treinar a maternidade para um futuro filho. Vendido por um preço mais barato que os outros labradores, Marley chega à casa de John e Jenny aprontando todas. Ele é praticamente hiper-ativo, não pode ver um objeto que vai logo morder, engana seus donos com sua esperteza e não deixa ninguém em paz. O “pior cachorro do mundo” acompanha, durante sua vida, a construção da família Grogan, seus problemas profissionais e mudanças. Além de um filme sobre amor aos animais, é acima de tudo uma dramédia sobre o que valorizamos na nossa vida, quem cultivamos nela e o que podemos esperar ou não das pessoas.

O filme é lindo tem roteiro bem escrito ainda dá a lição de vida que podemos tirar dessa relação incrível mostrada no filme é narrada em off por John na última cena, em que ele questiona quantas pessoas nos fazem sentir tão especiais quanto nossos animais de estimação. É aí que cai a ficha de que “Marley e Eu” é muito mais do que um filme de cachorro, mas um filme de relações, de amor, de crença e de dedicação. E ainda: as subtramas são sempre bem alimentadas pelo roteiro, nunca deslocando os conflitos jornalísticos vividos por John e Jenny, nem mesmo excluindo a importância do crescimento da família Grogan a cada filho que chega.

Mais do que um filme sobre cachorros, “Marley e Eu” fala de amor e de como as pessoas (ou os animais) catalisam isso nas nossas vidas.

Bjussssssss***

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sobre mim...

Nome: Jamile Versiani Martins
Cidade: Belo Horizonte.
Data de nascimento: 02/09/1987
Signo: Virgem
Idade: 21 anos

Estudante do 5º período do curso de Jornalismo.Das coisas que mais gosto de fazer estão ir ao cinema, shows, inclusive micaretas.

Estilos de música que mais gosto são: MPB, pop rock nacional, axé, pop internacional

Programas de TVs predil

etos: Novelas, Seriados (Friends), Os Simpsons, Jô Soares, CQC

Cantores (as): Claudia Leitte,Ivete Sangalo, Marisa Monte, Ana Carolina, Maria Rita,Emerson Nogueira

Bandas Favoritas: Jota Quest, Skank,Capital Inicial, Tianastácia, Marroon 5, Black Eyed Peas, Banda Eva, Jammil

Amo filmes, porém, meu estilo predileto são as comédias românticas

Curiosidades: Apesar de morar em Belo Horizonte, a cidade que mais vou durante as férias, ou sempre que pinta um feriado é Bocaiúva-MG, onde mora boa parte da minha família paterna. Adoro astrologia, praia, verão, axé. Sou Cruzeirense.

***Nesse blog vou postar textos meu e os q eu li e gostei...

Bjussssssssss***